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No Ceará, o consumo potencial nessas categorias deverá movimentar R$ 8,9 bilhões. O Estado se posiciona no 11º lugar do ranking nacional e 3º lugar no Nordeste Foto: Magnific

 

Brasileiro gasta cerca de R$ 260 bi com beleza e higiene; cearense consome R$ 8,9 bi

Até o fim de 2026, o setor de higiene e cuidados pessoais brasileiro deve movimentar cerca de 6,8% a mais que em 2025, totalizando R$ 258,8 bilhões. É o que aponta a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros há mais de 30 anos, com base em dados oficiais.

Ceará 3º do NE

No Ceará, o consumo potencial nessas categorias deverá movimentar R$ 8,9 bilhões. O Estado se posiciona no 11º lugar do ranking nacional e 3º lugar no Nordeste, ficando atrás da Bahia, com R$ 14,7 bilhões e de Pernambuco, com R$ 10,5 bilhões.

Produtos

Nos cálculos acima, são levadas em conta despesas com artigos, como perfume, creme, bronzeador, maquiagem, sabonete, papel higiênico, absorvente e desodorante, além de outros produtos para cabelo, pele, boca, unha etc.

Maiores consumidores

Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo responderá sozinho por R$ 66,6 bilhões das despesas; seguido por Minas Gerais com R$ 25 bilhões; Rio de Janeiro e seus R$ 17,7 bilhões; e Rio Grande do Sul com R$ 15 bilhões, praticamente empatado com a Bahia, que soma R$ 14,8 bilhões nos gastos das famílias com beleza e higiene.  

Comércio moderado

Já, em ritmo moderado, a quantidade de comércio varejista — que engloba cosméticos, artigos médicos e óticas —, passou de 312.439 para 339.050 estabelecimentos.

O IPC Maps

Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.571 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento.

Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc., possibilitando inúmeros comparativos entre os municípios, seu entorno, Estado, regiões e áreas metropolitanas, inclusive em relação a períodos anteriores. Além disso, apresenta um detalhamento de setores específicos a partir de diferentes categorias.